Meu conhecimento da história política é a de um engenheiro civil politécnico. Curioso, por assim dizer. Mas, criado num contexto em que prisioneiros políticos eram suicidados, sempre me intrigou o caso de Mandela, mantido vivo durante 27 anos de prisão, se tornando 4 anos depois o primeiro presidente negro da África do Sul, após o fim daquela coisa feia chamada "appartheid".
Perdi o momento de fazer neste blogue, uma referência reverenciosa ao Nelson, quando de sua morte. Aqui quito o que, sem dúvida, era dívida.
Fiquei comovido com a mensagem que aquele país mandou para todos por ocasião da Copa do Mundo de Futebol, em 2010, sobre a possibilidade de superar conceitos e preconceitos sobre a convivência entre grupos.
Não há muros que não sejam "da vergonha".
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