Quando abri minha página do Facebook no dia 1 de agosto, a primeira coisa
que aparecia era uma mensagem do próprio FB, referente ao nosso aniversário de casamento com
um conjunto de fotos nossas que estavam armazenadas. Tinha um quadradinho para compartilhar.
A Ângela propôs ao invés daquelas fotos que puséssemos uma do nosso casamento, a exemplo
do que outros tinham feito. Tirei uma foto de uma das fotos do nosso álbum, e
postei. Ficamos muito empolgados com o volume de comentários amigos e de “curtidas”,
só estas chegando a uma grosa. O
fotógrafo que contratamos, de nome Fausto, era meio artista, meio jornalista. Falou mais ou
menos assim: vocês tratem de casar que eu trato de fotografar: praticamente saía tudo da
cabeça dele. Foram raras as poses e muitas as lamentações de que pessoas muito
queridas não foram registradas. Passados uns meses uns amigos nos contaram que
viram algumas de nossas fotos numa exposição de imagens de casamento que o
fotógrafo houvera feito. Ele tinha como premissa que casamentos com noiva de
véu branco logo logo não iriam existir mais, e que portanto
ele estava empenhado em documentar como eram as coisas no século XX.

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