
Eu tinha ido participar de uma conferência da American Collegiate Schools of Planning que teve lugar em Pasadena, na região de Los Angeles. Fui fazer uma ligação nestes telefones públicos operados com moedinhas. Teve um problema na ligação e a máquina já tinha engolido as moedas. Diante disto apertei o botão "O", que chama a telefonista ("operator") e expliquei o caso. Ela disse que não tinha como fazer aquelas moedas cairem de volta mas que eu informasse o número de meu telefone que ela faria o crédito em minha conta. Disse a ela que não morava nos Estados Unidos, e ela pediu meu endereço no Brasil. Logo após meu retorno ao Brasil chegou em casa uma carta com um cheque nominal no valor de U$ 1,50 (um dólar e 50 centavos)! A taxa cobrada pelos bancos para fechar o câmbio para depósito em minha conta corrente oscilava em torno de 60 dólares.
Passei várias vezes por situações assemelhadas no Brasil, em que o cartão telefônico consumia créditos a troco de nada, ou simplesmente era engolido. Por mais que procurasse nas instruções pregadas no telefone, nunca consegui achar a quem reclamar.
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