
Nas universidades norteamericanas (e canadenses, por suposição), esta semana que se interpõe entre o término das aulas e o início dos exames finais é a dead week -- uma semana morta, oficialmente (ou semi) dedicada apenas aos estudos e a entrega dos trabalhos finais. Atividades culturais e sociais ficam suspensas.
Em Stanford, onde estudei, as bibliotecas ficavam abertas as 24 horas do dia, e as salas de estudo cheias de gente comendo e bebendo produtos daquelas vending-machines, enquanto fazia estudar. Consumia-se comprimidos de NoDoz -- pura cafeína.
Excepcionalmente não tinha o "Sunday flick", filme de domingo à noite promovido pelo grêmio ao preço de um dólar, que reunia a moçada para a culminância do fim de semana.
A Dead Week era desses semiradicalidades da sociedade tipo anglosaxã -- comparável à lei seca. Parar tudo para ficar só estudando.
A vida de aposentado acaba se desalinhando destes momentos típicos da vida acadêmica; não tenho mais que viver a morta semana, tampouco avaliar os exames finais. Só restam férias (sem interrupções para provas de recuperação).
Excepcionalmente não tinha o "Sunday flick", filme de domingo à noite promovido pelo grêmio ao preço de um dólar, que reunia a moçada para a culminância do fim de semana.
A Dead Week era desses semiradicalidades da sociedade tipo anglosaxã -- comparável à lei seca. Parar tudo para ficar só estudando.
A vida de aposentado acaba se desalinhando destes momentos típicos da vida acadêmica; não tenho mais que viver a morta semana, tampouco avaliar os exames finais. Só restam férias (sem interrupções para provas de recuperação).
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