domingo, 5 de maio de 2013

Continua misteriosa saga do sudoku

Em postagens anteriores, respectivamente "Uma hipótese conspiratória", "Sudoku de domingo" e o "Mistério do Sudoku não solucionado", e que podem ser acessados clicando o índice aí do lado, fiz questão de registrar um intrigante fato, destoante de minha rotina pessoal, que foi não ter sido capaz de resolver o Sudoku dominical, publicado no jornal Folha de São Paulo. Minha hipótese conspiratória é a de que o jornal o Estado de São Paulo -- que passa por mudanças editoriais -- pediu às editorias (aí incluindo a nova chamada Cruzadas e Sudoku) que pegassem mais leve junto ao leitor, para evitar dificuldades outras que pudessem potencializar antipatias com novo formato editorial. Estranhei muito o fato do Sudoku de fim de semana passado que deveria ser do tipo difícil saiu do tipo fácil e bem pequenino. Pedi explicações através de e-mail e recebi uma resposta tergiversante: 

Prezado Sr. Emilio  ,

Pedimos um voto de confiança. 

O Sr.  verá que continuará sendo muito bem informado pelo Estado neste novo formato.  Pelo contrário. Nosso foco é o de aprofundar, analisar, prospectar e opinar sobre os principais acontecimentos e trazer a você e aos demais leitores informações exclusivas. 

Sabemos que uma mudança no jornal é sempre difícil, mas tivemos de ter a coragem de fazê-la, para ajustá-lo aos novos tempos vividos pela maioria de nossos leitores.

Esperamos continuar contando com o privilégio de sua leitura.
Atenciosamente,

De minha melhor leitura, e seguindo o princípio de quem cala consente ("Qui tacet, consentire videtur") "eles" admitem que a facilitação do Sudoku era parte integrante de um complô mais amplo para amenizar as mudanças de formatação que faziam repticiamente, como se rouba galinha do quintal do vizinho.

O Sudoku de hoje continuou pequenino e embora apresentado como difícil, foi muita moleza para solucionar. Um tipo difícil fácil? A notar, no topo da página um novo colunista, com um diálogo intitulado: SEXO

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