sábado, 27 de abril de 2013
Uma hipótese conspiratória
Em postagens anteriores, respectivamente "Sudoku de domingo" e o "Mistério do Sudoku não solucionado", que podem ser acessados clicando o índice aí do lado, fiz questão de registrar um intrigante fato, destoante de minha rotina pessoal, que foi não ter sido capaz de resolver o Sudoku dominical, publicado no jornal Folha de São Paulo. No domingo seguinte que foi o último, volta ao normal: resolvi na média o do jornal O Estado de São Paulo, o qual na semana passada -- e sem aviso algum aos leitores -- passou por mudanças que "comprimiam" o jornal, a exemplo do que tem ocorrido em veículos similares. Por exemplo, hoje, sábado, o Sudoku de fim de semana que deveria ser do tipo difícil saiu do tipo fácil e bem pequenino. E era fácil mesmo: levei menos que dez minutos, pois solucionei no intervalo de um jogo de futebol que vi pela televisão, com o rabo de olho nos melhores lances e nas garotas dando atenção para bebedores cerveja que patrocina a transmissão. Minha hipótese conspiratória é a de que o jornal o Estado de São Paulo pediu às editorias que pegassem mais leve junto ao leitor, para evitar dificuldades outras que pudessem potencializar antipatias com novo formato editorial. Devemos investigar se houve acordo com o sindicato dos "Sodokuzinheiros", de formas que à redução do grau de dificuldade promovida no Estadão, seria acompanhada por um deliberado aumento da dificuldade dos Sudokus de outros jornais como da Folha de São Paulo. A semidesocupação tende a aguçar a observação, e permite tempo ocioso para especulações.
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